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19/04/2017
O Caráter Cristão e o Fruto do Espírito - Final

Gálatas 5:16-17, 22-23; II Pedro 1:5-6

Neste capítulo de gálatas Deus nos mostra uma guerra acontecendo dentro de nós diariamente. Nesta guerra precisamos decidir entre egocentrismo ou Cristocentrismo. Quando eu reino prevalece a vontade da carne, isto é, os desejos carnais, e isto me afasta de Deus. Quando Cristo Reina, prevalece o Espírito Santo e isto significa que o nosso espírito (coração) está sendo guiado por Deus.

O livro dos Gálatas não foi escrito para os incrédulos, mas para os cristãos. Portanto essa é uma luta que os cristãos enfrentam. Graças a Deus, porém, que o caminho de vitória nos é mostrado em Gálatas 5:17 que diz:: “Andai no Espírito, e jamais satisfareis ao forte desejo da carne”. Em Cristo tenho o poder de andar em vitória sobre a carne.

Quando somos guiados pelo Espírito Santo o caráter de Cristo é desenvolvido em nós, o resultado será o fruto do Espírito sendo refletido através das nossas palavras e atitudes. É assim que Jesus é, e devemos nos tornar semelhantes a Ele em nossa vida no caminhar Cristão. O fruto do Espírito será uma grande benção para nós, para outras pessoas, e para Deus, pois seremos completos e muitos serão alcançados com a salvação que redundará em líderes prósperos, frutíferos e multiplicadores.

As manifestações do Fruto do Espírito estão interligadas, pois o Amor reflete alegria e esta alegria gera paz. A paz desenvolve a longanimidade e a longanimidade se define com paciência, e toda pessoa pacífica é benigna e essa benignidade se revela na bondade. A bondade reflete fidelidade e toda pessoa com o caráter fiel, tem mansidão e esta mansidão nos capacita para a auto liderança, quem se domina se torna modelo.

É um processo gradativo, somos nós que definimos como queremos ser ou com quem queremos nos parecer.  Para nós Jesus Cristo sempre será o nosso modelo, mas este modelo precisa ser visto pelas pessoas através de cada um de nós.

Hoje falaremos sobre a última característica do Fruto do Espírito, Domínio próprio. 

Para tudo o que é verdadeiro tem o falso, se não existir o original, não tem com existir o paralelo. O autocontrole não é o domínio de nossas vidas através de nossos próprios esforços ou da nossa própria força de vontade como sendo a única fonte. É necessário a ação do Espírito Santo em nós, caso contrário será apenas um esforço limitado de duração pequena em apenas alguns momentos da vida.

O falso Fruto reflete a própria carne, é as funções da alma separadas do controle de Deus; pessoas sem o fruto do Espírito são pessoas indisciplinadas, imorais e rebeldes contra todas as autoridades; A tendência da velha natureza reflete independência de Deus, são pessoas que andam nas suas próprias leis, elas se bastam a si mesmas, não conseguem se dominar e nem se submeter a ninguém.

Quem tem Autocontrole, tem o poder de se dominar, isto procede de dentro, é uma liderança interior; Esta ação refere-se claramente ao controle, negação e disciplina da vida do nosso ego, através do Espírito Santo que se utiliza da Palavra de Deus para nos transformar. O verdadeiro autocontrole significa deixar-se ser controlado por Deus. Quando eu me controlo segundo as leis de Deus, então é Ele estabelecendo até onde eu devo ir ou o que devo fazer em determinado momento.

A essência do domínio próprio ou moderação, ou ainda temperança, está nas palavras do sábio Salomão em Provérbios 25:28 que diz: "Como a cidade derribada, que não tem muros, assim é o homem que não pode conter o seu espírito.”

Este é o sintoma especial do Espírito Santo, porque é a evidência de uma vida cristã madura. Ele aparece no fim da lista, mas certamente não é de menos importância. Uma vez que você começa a entrar num processo verdadeiro de santificação com o Senhor, o Espírito Santo espera que você logo se mova nesta qualidade específica. Em Romanos 8:5 diz:Pois os que são segundo a carne, inclinam-se para as coisas da carne; mas os que são segundo o Espírito para as coisas do Espírito.”

Todos temos certa quantia de defeitos de caráter operando em nossa personalidade. Há algumas características negativas que terão de desaparecer. A Bíblia fala-nos que nosso espírito e nossa carne estão em guerra um contra o outro nesta vida. A nossa carne quer autogratificação imediata a todo custo e fará tudo para consegui-lo. Nosso espírito sabe que alguns de nossos desejos carnais não são corretos e, em consequência, haverá uma guerra entre os dois, às vezes bem intensa. E a única coisa que poderá frear e controlar alguns desejos da nossa carne é a qualidade do domínio próprio.

A vida cristã é um campo de batalha aonde temos que brigar contra inimigos tanto externos como internos. É, pois, extremamente importante que cooperemos com o Espírito Santo nesta batalha entre as forças de justiça e as forças do mal que lutam pelo domínio de nossa personalidade.

Domínio próprio é o controle de alguém sobre si mesmo; no contexto das Escrituras, o controle de si mesmo existe para estar em harmonia com a vontade de Deus. Significa moderação, sobriedade, continência, autodomínio. Consiste em aplacar os apetites e o uso excessivo dos sentidos. É o controle da maneira que a pessoa deve utilizar os bens materiais, de maneira particular a comida, a bebida e os apetites sexuais. O domínio próprio ou moderação é reter os desejos em estado normal, perfeitamente natural, sob os limites estabelecidos por Deus.

Ter domínio próprio significa ter moderação, controle racional de impulsos naturais, ser sóbrio, tranquilo, tendo domínio dos desejos pessoais, emocionais, sexuais e das paixões. Indica uma vida autodisciplinada. Seguindo o exemplo de Cristo que disse estar no mundo, mas não ser do mundo. É o mesmo que ter controle ou disciplina que precisa ser exercitada no comportamento. É a maestria de si mesmo, a capacidade de nos conter nas próprias emoções, desejos e impulsos, de tal modo que possamos servir a Deus e aos outros.

Em Provérbios 16:32 Salomão declara que é mais fácil conquistar uma cidade do que controlar nosso espírito, ele disse: “Melhor é o longânimo do que o valente; e o que domina o seu espírito do que o que toma uma cidade”. Em Tiago 1:26 diz: “Se alguém cuida ser religioso e não refreia a sua língua, mas engana o seu coração, a sua religião é vã.

Até o simples controlar da língua, é um difícil desafio. Falhar em pôr freio na língua nos entrega a uma religião vã e sem propósito. Precisamos do Espírito Santo e do poder da Palavra de Deus para que sejamos transformados e assim possamos experimentar a boa, perfeita e agradável vontade de Deus em todas as áreas da nossa vida!

Prática: Vamos orar para que o fruto do Espírito Santo seja desenvolvido em nós, para que tenhamos o caráter de Cristo, para que nesta vida sejamos completos em tudo!

Amamos vocês!

 

Apóstolos Eliezer e Zenita

 
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